A Linha Nômade parte de volumes sólidos, quase monolíticos, como pedras esculpidas pelo tempo. Os braços assumem presença arquitetônica, estruturais e densos, evocando uma construção essencial, primitiva em sua origem, sofisticada em sua interpretação.
Há uma intenção de permanência. De matéria que resiste. De formas que parecem ter sido talhadas, não desenhadas.
A Nômade propõe uma viagem silenciosa no tempo: revisita a arquitetura primordial e a traduz em uma linguagem minimalista, precisa e contemporânea. O peso visual se equilibra com conforto, e a solidez encontra leveza na proporção.
É design como abrigo. Como estrutura. Como memória reinterpretada.
2026 - Nômade (Deborah Roig)